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Política Transporte vetado

Transporte fretado: Veja quem votou a favor e contra a derrubada do veto

Por 41 votos a 19, o veto do governador Zema (NOVO) à proposição de lei que endurece regras para o transporte fretado em Minas foi derrubado.

12/11/2021 às 12h23 Atualizada em 12/11/2021 às 12h38
Por: David G. Ferreira
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Foto: Reprodução/Internet
Foto: Reprodução/Internet

A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) derrubou nesta quarta-feira (10) o veto à proposição de lei que endurece regras para o transporte fretado em Minas Gerais. O texto - que passará a valer assim que for promulgado - impede o fretamento por terceiros com comercialização de passagens, como é o caso das empresas que oferecem transporte de passageiros via aplicativo.

A votação foi de 41 votos pela derrubada do veto contra 19 que defendiam a manutenção. Outros 17 deputados se ausentaram da sessão. Por pouco, o veto seria mantido já que eram necessários 39 votos para derrubá-lo.

Veja como votou cada um dos deputados mineiros:

Não (pela derrubada do veto, o que proibiria o transporte de passageiros pro aplicativo):

Alencar da Silveira Jr. (PDT)

Ana Paula Siqueira (Rede)

André Quintão (PT)

Andréia de Jesus (PSOL)

Antonio Carlos Arantes (PSDB)

Arlen Santiago (PTB)

Arnaldo Silva (DEM)

Beatriz Cerqueira (PT)

Betão (PT)

Betinho Pinto Coelho (Solidariedade)

Carlos Henrique (Republicanos)

Carlos Pimenta (PDT)

Cássio Soares (PSD)

Celinho Sintrocel (PCdoB)

Charles Santos (Republicanos)

Cristiano Silveira (PT)

Delegado Heli Grilo (PSL)

Douglas Melo (MDB)

Doutor Jean Freire (PT)

Doutor Paulo (Patriota)

Gil Pereira (PSD)

Glaycon Franco (PV)

Gustavo Mitre (PSC)

Gustavo Santana (PL)

Hely Tarqüínio (PV)

Inácio Franco (PV)

João Magalhães (MDB)

Leninha (PT)

Leonídio Bouças (MDB)

Marquinho Lemos (PT)

Neilando Pimenta (Podemos)

Osvaldo Lopes (PSD)

Professor Cleiton (PSB)

Professor Irineu (PSL)

Sargento Rodrigues (PTB)

Sávio Souza Cruz (MDB)

Thiago Cota (MDB)

Tadeu Martins Leite (MDB)

Tito Torres (PSDB)

Ulysses Gomes (PT)

Virgílio Guimarães (PT)

 

Sim (pela manutenção do veto, o que permitiria o transporte de passageiros pro aplicativo):

Bartô (sem partido)

Bernardo Mucida (PSB)

Bosco (Avante)

Bruno Engler (PRTB)

Celise Laviola (MDB)

Cleitinho Azevedo (Cidadania)

Coronel Henrique (PSL)

Delegada Sheila (PSL)

Doorgal Andrada (Patriota)

Fernando Pacheco (PV)

Guilherme da Cunha (Novo)

João Leite (PSDB)

João Vítor Xavier (Cidadania)

Laura Serrano (Novo)

Mário Henrique Caixa (PV)

Roberto Andrade (Avante)

Rosângela Reis (Podemos)

Zé Guilherme (PP)

Zé Reis (Podemos)

 

Deputados ausentes no plenário:

Braulio Braz (PTB)

Dalmo Ribeiro Silva (PSDB)

Coronel Sandro (PSL)

Doutor Wilson Batista (PSD)

Duarte Bechir (PSD)

Elismar Prado (Pros)

Fábio Avelar de Oliveira (Avante)

Gustavo Valadares (PSDB)

Ione Pinheiro (DEM)

Leandro Genaro (PSD)

Léo Portela (PL)

Mauro Tramonte (Republicanos)

Noraldino Júnior (PSC)

Professor Wendel Mesquita (Solidariedade)

Rafael Martins (PSD)

Raul Belém (PSC)

A Buser - que é uma empresa mineira e uma das mais atingidas pela derrubada do veto - também é impedida de circulação pela justiça federal no Rio de Janeiro, lançou uma nota onde "lamenta que a Assembleia Legislativa tenha derrubado, por uma diferença de dois votos, o veto do governador, que apontava para a modernidade e a liberdade de escolha". 

Informou ainda que vai continuar operando por meio de liminares judiciais e que "o povo de Minas não merece o retrocesso e o atraso''. Está evidente que a votação na Assembleia não reflete a vontade dos mineiros, pois pesquisa realizada em todo o Estado mostra que mais de 80% da população é a favor dos aplicativos de ônibus rodoviários".

Nota da Buser sobre a Derrubada do Veto:

A Buser lamenta que a Assembleia Legislativa tenha derrubado, por uma diferença de dois votos, o veto do governador Romeu Zema, que apontava para a modernidade e a liberdade de escolha. 

O povo de Minas não merece o retrocesso e o atraso. Está evidente que a votação na Assembleia não reflete a vontade dos mineiros, pois pesquisa realizada em todo o Estado mostra que mais de 80% da população é a favor dos aplicativos de ônibus rodoviários.

Apoiada em decisões da Justiça, a Buser vai continuar operando em Minas, levando conforto, segurança e preços honestos aos mineiros. 

A nova lei é inconstitucional, violando o direito de escolha dos mineiros. A Buser irá ao Judiciário questionar o texto da nova regra.

Parte da Assembleia Legislativa serve, neste momento, aos interesses das velhas viações, que cobram caro por um serviço precário. 

A Buser reconhece aqueles deputados estaduais que não se dobraram perante as intensas pressões do oligopólio do ônibus. E reafirma que vai continuar operando e investindo em Minas Gerais. 

Com informações de O Tempo

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