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Ritápolis: Bombeiros seguem em buscas por vítima de afogamento na zona rural da cidade

Homem de 49 anos se afogou na manhã de sábado enquanto pescava no Rio das Mortes

09/05/2022 às 11h03
Por: João P. Sacramento
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Foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros
Foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros

Na manhã do último sábado, dia 7, um homem, de 49 anos, se afogou no Rio das Mortes, na zona rural de Ritápolis. O afogamento aconteceu quando o barco em que a vítima e mais dois amigos estavam virou após passar por uma corda esticada sobre as águas do rio. Os militares do Corpo de Bombeiros de São João del-Rei permanecem em buscas pelo corpo da vítima.

As buscas se iniciaram ainda na manhã de sábado e permaneceram por todo o dia de domingo, mas o corpo não foi encontrado. Uma equipe de mergulhadores dos Bombeiros se deslocou para o local na manhã desta segunda-feira.

Foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros

De acordo com o chefe da equipe de mergulho que atuou por todo o domingo,  Sargento Dias, “por se tratar de um rio, ou seja, local em que a água está em movimento, o paradeiro da vítima é mais imprevisível”. 

“Nossa equipe se concentrou em uma área de remanso nas proximidades do local do afogamento, que é para onde as águas fluem. O objetivo é realizar varredura pelo máximo de áreas para onde a vítima pode ter sido levada. Os trabalhos se estenderão até que ele seja encontrado, seja através de mergulho ou através de buscas com barco”, informou o chefe das buscas.

Foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros

Ainda segundo o Sargento, o local onde ocorreu o fato apresenta diversas dificuldades. “Mergulhos em rios são mais perigosos, pois a água está em movimento e a correnteza tende a complicar os trabalhos. Além disso, as profundidades oscilam muito de acordo com o relevo do local. Em alguns pontos, nossos mergulhadores chegaram a 7 metros abaixo d'água, enquanto outros locais são menos profundos”, explicou. 

Sargento Dias explicou ainda que a grande quantidade de pedras é outro fator que complica o trabalho, assim como a presença de galhadas no fundo do rio. “Todo este cenário exige o máximo de técnica da equipe que irá atuar”, explica Dias. 

Foto: Divulgação / Corpo de Bombeiros

Sobre as causas, o bombeiro afirma que “um dos sobreviventes do ocorrido afirmou que o barco teria virado após passar por uma corda que fica tensionada naquela região. A vítima não usava colete salva-vidas e, como estava bastante frio, todos trajavam roupas pesadas, o que pode ter dificultado que ele conseguisse nadar”. 

O Corpo de Bombeiros afirmou que tão logo o corpo seja encontrado o corpo, a perícia será acionada para avaliar a situação. Os trabalhos de busca foram retomados na manhã desta segunda-feira, ainda sem êxito.

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