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Polícia Carnes adulteradas

Minas Gerais: Abatedouro que vendia carne de cavalo adulterada para açougue é fechado em Mercês

Quatro pessoas foram presas em flagrante por falsificação, corrupção e adulteração de substância ou produtos alimentícios. As carnes eram comercializadas para um açougue da região de Ubá

18/05/2022 às 12h09 Atualizada em 18/05/2022 às 20h12
Por: João P. Sacramento
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Foto: Divulgação / PCMG
Foto: Divulgação / PCMG

A Polícia Civil informou nesta terça-feira (17/5) que um abatedouro clandestino de cavalos foi interditado no município de Mercês, na Zona da Mata de Minas Gerais. As autoridades identificaram que as carnes de equinos estavam sendo comercializadas como se fossem do tipo bovina.

Na ocasião, quatro homens, com idades entre 28 e 44 anos, foram presos em flagrante por falsificação, corrupção e adulteração de substância ou produtos alimentícios. Segundo a Polícia Civil, após levantamentos e campana para apuração de uma denúncia, os policiais conseguiram constatar que o imóvel era utilizado para o abate ilegal de equinos. 

Dois animais, que já haviam sido abatidos, foram encontrados no momento da ação policial. Conforme informações do delegado Yury Bueno Campos, um dos presos confessou ter levado esses animais ao local com o propósito de abatê-los e, posteriormente, a carne seria vendida a um açougue da região de Ubá.

Foto: Divulgação / PCMG

Além disso, investigações apontaram que a carne de animais doentes estaria sendo comercializada. “Os animais também estavam em situação de vulnerabilidade e não havia o cumprimento das normas vigentes”, explicou o delegado Diêgo Candian.

As investigações apontaram ainda que até mesmo a carne de cavalos com doenças eram comercializadas pelos suspeitos. "Os animais também estavam em situação de vulnerabilidade e não havia o cumprimento das normas vigentes", explica o delegado regional de Ubá, Diêgo Candian.

Os suspeitos foram presos em flagrante e, em seguida, foram encaminhados ao sistema prisional. Conforme a Polícia Civil, a pena para o crime varia de 4 a 8 anos de prisão. As investigações prosseguem na Delegacia de Polícia Civil em Mercês, unidade que entrega a 2ª Delegacia Regional em Ubá, pertencente ao 4º Departamento de Polícia Civil.

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